Criança não devolvida
Quando a criança não é devolvida após a convivência, cabe pedido urgente de busca e apreensão.
Direito de Família · Jundiaí
Quem fica com a guarda, como funciona a convivência e o que fazer quando o combinado não é cumprido: cada família precisa de uma solução que funcione na prática.
Conduzimos ações de guarda e convivência, pedidos urgentes e acordos entre os pais, sempre com foco no que é melhor para a criança.
O atendimento é reservado: presencial, no escritório do Centro de Jundiaí, ou online.
Ação de guarda
Quando os pais não chegam a um acordo, a guarda é definida em uma ação própria, que também pode tratar da convivência e da pensão.
O juiz decide pensando no melhor interesse da criança. Para isso, costuma pedir um estudo feito por psicólogos e assistentes sociais do fórum, que visitam as casas e conversam com a família.
Enquanto o processo corre, a guarda pode ser definida de forma provisória.
Guarda de fato não é guarda definitiva. Quem cuida da criança sem decisão judicial deve regularizar a situação, para poder decidir sobre escola, saúde e viagens.
Passo a passo
Os honorários são combinados por escrito antes do início do trabalho.
Visão completa
Algumas situações pedem medidas específicas. Estas são as mais frequentes no atendimento.
Quando a criança não é devolvida após a convivência, cabe pedido urgente de busca e apreensão.
Em situações de risco ou de reaproximação, a convivência pode ocorrer com acompanhamento.
O acordo de guarda e convivência pode ser homologado pelo juiz, com participação do Ministério Público.
A ação de guarda pode incluir o pedido de pensão, para resolver tudo em um só processo.
Quando um dos pais dificulta o vínculo com o outro, a lei prevê medidas que vão até a mudança da guarda.
As mesmas regras valem para filhos de pais que nunca foram casados ou que tiveram um relacionamento breve.
Documentos
Na guarda, o que pesa é a realidade da criança: quem cuida, como é a rotina e qual ambiente a protege melhor.
Documentos e relatos concretos valem mais do que acusações contra o outro genitor.
A criança não deve ser envolvida no conflito. Pedir que ela escolha um lado ou leve recados prejudica a criança e pesa contra quem faz.
Serviços do escritório
Atuamos em acordos, processos e situações urgentes envolvendo os filhos.
01 · 4 serviços
Definição e mudança de quem cuida da criança.
Pedido de guarda compartilhada ou unilateral.
Decisão rápida para o período do processo.
Regularização de quem já cuida da criança.
Quando a situação atual deixa de atender a criança.
02 · 4 serviços
Para que o vínculo com os dois pais seja preservado.
Calendário claro de dias, férias e datas especiais.
Quando a criança é retida ou levada sem autorização.
Medidas para proteger o vínculo com o outro genitor.
Quando o outro genitor não autoriza.
Quando a criança é retida depois da convivência ou levada sem autorização, cabe pedido urgente à Justiça.
Evite o confronto direto. Registre o ocorrido e busque orientação para o pedido de busca e apreensão.

Advogada responsávelOAB/SP 307.313
Quem cuida do seu caso
Advogada inscrita na OAB/SP sob o nº 307.313 · Fundadora da Advocacia Lima & Santos
A Dra. Kelli conduz os casos de guarda com sensibilidade e atenção ao que realmente protege a criança.
O objetivo é uma decisão estável, que reduza conflitos e preserve o vínculo com os dois pais quando isso for seguro.
Jundiaí
Ações de família de quem mora em Jundiaí correm nas Varas de Família e Sucessões do Fórum de Jundiaí, em segredo de justiça.
Em regra, a ação de guarda corre na cidade onde a criança mora com quem já cuida dela, o que facilita o estudo psicossocial e as audiências.
Outros temas em Jundiaí
Atendimento presencial na sede, no Centro de Jundiaí, e online para as demais cidades da região e de todo o Brasil.
Perguntas frequentes
Respostas gerais para as perguntas que mais ouvimos. O seu caso merece uma análise individual.
Enviar a minha dúvidaSim, quando os pais não podem cuidar da criança e os avós já exercem esse cuidado.
A guarda para avós não tira dos pais o dever de sustento.
A convivência é um direito da criança, mas a Justiça não costuma obrigar a visita.
O abandono afetivo, em situações graves, já foi reconhecido pelos tribunais como causa de indenização.
Pode ser possível, conforme a idade, a amamentação e a rotina. Muitas vezes, a convivência é ampliada aos poucos.
Pode complementar a convivência presencial, especialmente quando os pais moram longe, mas não costuma substituí-la.
Psicólogos e assistentes sociais do fórum entrevistam os pais e a criança e, muitas vezes, visitam as casas.
O relatório ajuda o juiz a entender a realidade da família.
Em regra, não. Quando a escuta da criança é necessária, ela é feita de forma protegida, com profissionais preparados.
A mudança que afeta a convivência deve ser comunicada e, se houver discordância, levada à Justiça.
Mudar para dificultar o contato com o outro genitor pode ser considerado alienação parental.
Depende do acordo entre os pais e da necessidade de estudo psicossocial. A guarda provisória costuma ser decidida logo no início.
As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a análise individual do seu caso.
ATENDIMENTO
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