Caminhos do divórcio
Com acordo e sem pendências sobre os filhos, o divórcio pode sair em cartório. Caso contrário, segue na Justiça, com a pensão definida no mesmo processo.
Direito de Família · Cabreúva
A pensão é uma das decisões mais importantes do divórcio, porque garante o sustento dos filhos e, às vezes, de um dos ex-cônjuges.
Calculamos um valor compatível com as despesas reais e com a renda de quem paga, e cuidamos da revisão e da cobrança quando necessário.
Conduzimos também a partilha, a guarda e todo o divórcio. Quem mora em Cabreúva pode ser atendido online ou no escritório do Centro de Jundiaí.
Pensão alimentícia
A lei não estabelece um percentual fixo. O valor equilibra três pontos: as necessidades de quem recebe, a capacidade de quem paga e a proporção entre a renda dos pais.
A pensão cobre alimentação, moradia, escola, saúde, transporte, vestuário e lazer. Por isso, o ponto de partida é uma planilha de gastos.
Quando quem paga tem salário, a pensão costuma ser fixada em percentual e descontada diretamente na folha.
Autônomos e informais também pagam. Sem holerite, a renda pode ser demonstrada pelo padrão de vida, pela movimentação bancária e pelos bens.
Passo a passo
Os honorários são combinados por escrito antes do início do trabalho.
Visão completa
A pensão se conecta com a guarda, os bens e o caminho escolhido para o divórcio. Veja como.
Com acordo e sem pendências sobre os filhos, o divórcio pode sair em cartório. Caso contrário, segue na Justiça, com a pensão definida no mesmo processo.
A guarda compartilhada é a regra. Ela não dispensa a pensão, que continua devida conforme a renda de cada um.
A divisão dos bens segue o regime do casamento. Ela não substitui a pensão dos filhos, mas pode influenciar a pensão entre ex-cônjuges.
É excepcional e costuma ter prazo, para que quem ficou sem renda possa se recolocar.
Durante a gravidez, a futura mãe pode pedir alimentos gravídicos para as despesas do pré-natal e do parto.
Filhos de pais que não eram casados têm exatamente os mesmos direitos à pensão.
Documentos
O valor da pensão depende de números. Quanto mais completos os comprovantes, mais precisa é a proposta.
Se você não tem acesso à renda do outro, o juiz pode requisitar informações a empregadores, bancos e à Receita Federal.
Guarde todos os comprovantes de pagamento. Depósitos sem identificação podem gerar discussão sobre o que foi pago.
Serviços do escritório
Atendemos quem precisa receber e quem precisa pagar, sempre com base em números e comprovantes.
01 · 5 serviços
Um valor justo e possível de cumprir.
Pedido com planilha de gastos e prova da renda, em acordo ou na Justiça.
Valor fixado no início do processo, para não deixar os filhos sem sustento.
Aumento ou redução quando muda a renda de quem paga ou a necessidade de quem recebe.
Pedido para encerrar a pensão, por exemplo, quando o filho conclui os estudos e se sustenta.
Quando os pais não conseguem pagar, os avós podem ser chamados a complementar.
02 · 4 serviços
Medidas para receber o que está atrasado.
Cobrança das parcelas vencidas, com prisão civil ou penhora de bens.
Pedido para que a empresa desconte a pensão diretamente do salário.
Inclusão do nome do devedor em cartório de protesto e em cadastros de inadimplentes.
Para quem é cobrado de forma indevida ou teve redução real de renda.
Perdeu o emprego ou teve queda de renda? O valor só muda com acordo homologado ou decisão judicial.
Enquanto isso, a dívida continua crescendo. Peça a revisão o quanto antes.

Advogada responsávelOAB/SP 307.313
Quem cuida do seu caso
Advogada inscrita na OAB/SP sob o nº 307.313 · Fundadora da Advocacia Lima & Santos
A Dra. Kelli trata a pensão com objetividade: números, comprovantes e um valor que possa ser cumprido.
Seja para quem recebe ou para quem paga, o foco é garantir o sustento dos filhos sem criar dívidas impossíveis de pagar.
Atendimento
Quem recebe e quem paga pensão pode ser atendido pelo escritório. Em cada caso, a análise começa pelos números.
As reuniões podem ser online ou no escritório do Centro de Jundiaí, com hora marcada.
Divórcio em outras cidades
Atendimento presencial na sede, no Centro de Jundiaí, e online para as demais cidades da região e de todo o Brasil.
Perguntas frequentes
Respostas gerais para as perguntas que mais ouvimos. Cada família merece uma análise individual.
Enviar a minha dúvidaSim, se houver acordo ou decisão nesse sentido. É comum combinar uma parte em dinheiro e outra paga diretamente.
Pagamentos feitos de forma diferente do combinado podem não ser considerados na cobrança.
A prisão civil pode ser pedida para cobrar as três últimas parcelas anteriores ao pedido e as que vencerem durante o processo.
As dívidas mais antigas são cobradas com penhora. A prisão é cumprida em regime fechado, por um a três meses, e não extingue a dívida.
Sim. Os tribunais admitem a penhora do FGTS para pagar pensão alimentícia.
Também é possível pedir a penhora de parte do salário e de valores em conta.
Não. Desde 2022, por decisão do Supremo Tribunal Federal, a pensão alimentícia recebida não é tributada.
Quem paga pode deduzir na declaração os valores fixados por decisão judicial ou escritura pública.
Só em situações específicas, quando um dos dois não tem como se sustentar, por exemplo, por ter se dedicado à casa e aos filhos por muitos anos.
Em geral, é fixada por prazo determinado, suficiente para a pessoa se recolocar no mercado de trabalho.
Sim, de forma complementar, quando os pais não conseguem arcar com as necessidades do filho.
É preciso mostrar que o pai ou a mãe não tem condições de pagar, ou de pagar o suficiente.
Enquanto o filho estiver sob o poder familiar, até os 18 anos, o prazo não corre contra ele.
Depois disso, cada parcela vencida pode ser cobrada em até 2 anos.
Sim. O desemprego não suspende a pensão automaticamente. É possível pedir a revisão do valor, comprovando a nova situação.
Se o acordo previu um valor para o caso de desemprego, em geral um percentual do salário mínimo, ele passa a valer.
As informações desta página têm caráter informativo e não substituem a análise individual do seu caso.
ATENDIMENTO
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